
Laser íntimo
Laser fracionado de CO₂ aplicado na mucosa vaginal e na região vulvar. Usado no manejo de atrofia, ressecamento, ardência e perda de qualidade do tecido, especialmente após a queda hormonal.
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O que é possível tratarNenhum tratamento desta página é indicado sem consulta, exame e avaliação individual. O que serve para uma paciente pode não servir para outra, e a consulta existe justamente para descobrir isso.
Queixas ligadas à mucosa, à firmeza e ao conforto da região íntima, muito comuns após o parto, na perimenopausa e na menopausa.

Laser fracionado de CO₂ aplicado na mucosa vaginal e na região vulvar. Usado no manejo de atrofia, ressecamento, ardência e perda de qualidade do tecido, especialmente após a queda hormonal.

Recurso não cirúrgico e não ablativo, aplicado em sessões, no manejo de flacidez e de sintomas associados à redução do colágeno na região.

Protocolos que estimulam a resposta natural de reparo dos tecidos, indicados de acordo com o quadro clínico e discutidos caso a caso na consulta.
Investigação da causa e tratamento combinando conduta hormonal, tópica e tecnologias, conforme a indicação de cada caso.
Avaliação clínica para identificar a origem, se hormonal, muscular, inflamatória ou cicatricial, antes de definir o tratamento.
Comum após partos vaginais e com o avanço da idade. Manejo com tecnologias aplicadas em consultório, de acordo com a avaliação de cada caso.
Abordagem que considera o eixo hormonal, o contexto de vida e a saúde da mucosa. Raramente é uma coisa só.
A perda de urina ao tossir, rir ou fazer esforço é comum, mas não é normal e tem tratamento. A avaliação identifica o tipo e define a conduta.
A transição hormonal afeta sono, humor, pele, peso, ossos, coração e vida íntima. Tratar exige avaliação completa, não apenas uma receita.
História clínica, exame físico e exames laboratoriais para entender em que ponto da transição você está.
Quando indicada, com escolha de via, dose e formulação individualizada, e revisão periódica de risco e benefício.
Para pacientes com contraindicação ou que preferem não usar hormônio, existem caminhos com respaldo clínico.
Rastreamento de saúde óssea, metabólica e cardiovascular, que mudam de perfil depois da menopausa.
A base do acompanhamento: consulta de rotina bem feita e rastreamento correto, no tempo certo.

Anamnese completa, exame ginecológico, coleta de citologia (Papanicolau) e orientação de rastreamento conforme a faixa etária.

Colposcopia e vulvoscopia para investigar alterações no colo do útero, vagina e vulva, com biópsia dirigida quando necessário.

Diagnóstico, tratamento e seguimento de lesões do trato genital inferior, área da minha especialização pela FMABC.

Orientação contraceptiva e inserção e retirada de DIU de cobre e hormonal, conforme o momento de vida de cada paciente.
Não divulgo antes e depois nem prometo resultado. Cada corpo responde de um jeito, e a resposta depende do diagnóstico correto, da indicação adequada e do acompanhamento. Na consulta, você recebe uma expectativa realista para o seu caso, com os riscos e as alternativas explicados.